pixel
coisas-sobre-core-banking

4 coisas essenciais que você deveria saber sobre Core Banking

O Core Banking é uma ferramenta fundamental para qualquer empresa que queira oferecer serviços financeiros digitais. Para você compreender mais sobre sua importância e aplicação, confira quatro coisas essenciais que você deveria saber sobre Core Banking: seu funcionamento, sua implantação, recursos possíveis e benefícios a empresas e clientes. 

            Os serviços financeiros digitais estão caindo no gosto dos brasileiros cada vez mais. Sinal disso é que nos últimos seis anos, o número de startups financeiras quase triplicou de tamanho: passou de 474 para 1.174, de acordo com pesquisa da plataforma Distrito. Há interesse e mercado para isso, afinal. Clientes sabem que hoje o setor bancário oferece muito mais possibilidades através das plataformas digitais. Assim, buscam os serviços que oferecem as soluções que mais correspondem às suas expectativas.

            Por trás de uma empresa que se destaca neste mercado de ampla concorrência, existem determinadas ferramentas. São elas que viabilizam a conexão entre sistemas financeiros e o compartilhamento de dados de clientes de forma eficiente e segura. Graças a elas, a digitalização dos serviços financeiros é possível. Uma das principais é o chamado core banking.

            O core banking é justamente um dos mecanismos que torna possível a integração das atividades de um sistema bancário. É através dele, por exemplo, que operações financeiras em vários canais são processadas e os mais diversos serviços de instituições financeiras, de todos os portes e perfis, são gerenciados. Tudo isso de uma forma simplificada, ágil, segura e acessível para empresas e clientes.

            Pensando na importância deste tema, separamos quatro coisas que você, como interessado(a) no assunto, precisa saber, seja qual for seu objetivo lendo este texto. Confira a seguir os pontos que, de forma simples, foram separados sobre o assunto.

O que é Core Banking e como funciona?

            Core banking é uma estrutura de back-end — a parte da programação que está por trás da aplicação com a qual o usuário interage diretamente. É nesse âmbito que são organizadas as conexões necessárias para realizar operações bancárias em uma interface. O core banking é o que processa as transações financeiras feitas em aplicativos de fintechs, cooperativas, securitizadoras, factoring, entre outros serviços financeiros digitais, conectando esses diferentes serviços para efetivar as movimentações.

            É a partir dessa estrutura que tanto bancos tradicionais, quanto empresas dos mais variados segmentos, podem fazer parte deste movimento de digitalização. Para isso, é possível terceirizar seu desenvolvimento, através da contratação de empresas especializadas em core banking.

Quem pode implementar uma ferramenta de core banking

            A transformação do mercado financeiro, impulsionada pela tecnologia e por movimentos como o Open Banking permite que negócios dos mais diversos setores também possam oferecer serviços financeiros. Além dos bancos tradicionais, das fintechs e das cooperativas, empresas de varejo, alimentação e quaisquer outras podem aderir ao que chamamos de BaaS (Banking as a service).

            Por isso, toda empresa interessada em entrar nesse mercado pode (e deve) implementar uma ferramenta de core banking como base para seus serviços financeiros. E é a partir dessa estrutura que podem então ser desenvolvidas as funcionalidades de uma aplicação com as soluções que a empresa deseja oferecer. 

Com quais tipos de recursos o core banking pode ajudar uma empresa

            Uma palavra-chave para a importância do core banking é o processamento. Ele é a ferramenta responsável por processar transferências, depósitos, empréstimos e todas as conexões que viabilizam a usabilidade de um aplicativo.

            Não é à toa que “core”, do inglês, significa “núcleo”. Como estrutura de back-end, o core bancário é o meio que efetua todas as atividades relacionadas aos dados do usuário. Além de criar as conexões necessárias para a realização de transações financeiras, essa programação também é essencial para a disponibilização de serviços como investimentos, cálculo de juros, criação de novas contas e comunicação entre a empresa e o cliente, através do app.

            Ou seja, se você tem uma empresa e pretende instaurar serviços financeiros, o core banking oferece os recursos para que esses serviços possam acontecer de forma facilitada, rápida e segura. Tudo isso através da Internet.

Quais os benefícios do core banking para a empresa e os clientes

            Contar com uma boa ferramenta de core banking faz toda a diferença na forma como os serviços financeiros são oferecidos para os clientes. Assim, tanto a empresa quanto os usuários são beneficiados por uma plataforma de qualidade, que preza pela, experiência do usuário, eficiência e segurança da aplicação.

Benefícios para a empresa

            Mais do que estruturar processos de maneira robusta, uma plataforma adequada de core banking traz benefícios práticos e financeiros para a empresa, que ganha com:

  • Expertise operacional de uma empresa especializada em core banking;
  • Redução de custos operacionais, pois a mão de obra própria para a operação não se faz necessária;
  • Utilização de uma programação já testada e com acompanhamento contínuo;
  • Possibilidade de adaptação e inserção de novos serviços na plataforma com mais facilidade;
  • Suporte da empresa responsável pelo core banking;
  • Facilidade no gerenciamento de dados dos usuários, de forma centralizada;
  • Regularização dos serviços e contato com o Banco Central (compliance) através da empresa terceirizada, evitando burocracias.

            Entre essas e outras vantagens, uma coisa é certa: não é preciso criar um sistema do zero. Ao contar com uma empresa especializada, diversas etapas que custam tempo e dinheiro são puladas: e a gestão dos serviços financeiros se torna muito mais fácil.

Benefícios para o cliente

Os clientes sentem quando os serviços são bem feitos e administrados. Em uma aplicação, isso não é diferente. O core banking é essencial para que a usabilidade dos serviços seja fluida e para que as necessidades dos usuários sejam atendidas. Dessa forma, se beneficiam com:

  • Diversos serviços financeiros em um local centralizado;
  • Liberdade para acesso em qualquer lugarà qualquer hora, com garantia de segurança e praticidade;
  • Simplificação de atividades financeiras, como transferências e aplicações;
  • Suporte facilitado pela empresa, com serviços 24 horas por dia, a qualquer momento.

            Oferecer essas vantagens aos clientes é ser beneficiado em troca. Ao reter usuários interessados e oferecer serviços financeiros digitais ideais às suas necessidades, a empresa garante uma nova fonte de renda (leia mais sobre Banking as a service).

Core banking é com a CashWay!

            Você faz parte uma instituição financeira ou possui uma empresa e está pensando em implementar serviços financeiros? Agora você sabe por onde começar! Conte com a gente. A CashWay desenvolve o seu core banking a partir de um leque de serviços: hospedagem em nuvem, integração com o Banco Central, aplicativo mobile e muito mais. Quer saber tudo que podemos oferecer para sua empresa? Fale conosco!

Etapas do Open Banking e a transformação do mercado financeiro

Na última semana de outubro, foi iniciada a terceira etapa do Open Banking. O movimento, desenvolvido pelo Banco Central, está sendo implantado aos poucos, transformando assim, a cultura financeira brasileira. Entenda como esse processo está se desenrolando e quais mudanças esperar para os próximos momentos

            Em um período de dez anos, o quanto mudaram seus hábitos financeiros? É fácil ver: faz consideravelmente pouco tempo que passamos a utilizar o celular para pagar as contas do mês, ou até mesmo abrir contas bancárias. Difícil é se ver sem essa possibilidade. Em uma década, utilizar caixas eletrônicos para outras operações que não o saque de dinheiro, tornou-se algo dispensável. Você se imagina tendo que ir ao banco para pagar uma fatura de uma compra qualquer?

            A digitalização de serviços, inclusive financeiros, é consequência inevitável do avanço da tecnologia. Como clientes, somos beneficiados das mais diversas formas: com praticidade, agilidade e até mesmo com funcionalidades que antes não eram viáveis. Mas, para que essas mudanças ocorram, é preciso que as empresas responsáveis por esses serviços, antes, se transformem. O processo de digitalização dos serviços financeiros é um compromisso que bancos tradicionais tomaram e é uma onda que fintechs e novos players surfam. E para que a onda se mantenha e seja ainda mais alta, o incentivo dos órgãos públicos e da legislação é fundamental.

Open Banking: medida do Banco Central para incentivar transformações

            Felizmente, desde fevereiro deste ano estamos vivenciando no Brasil um movimento que faz a onda subir. O Open Banking, ou Sistema Financeiro Aberto, foi desenvolvido pelo Banco Central para que as transformações do mercado financeiro sejam ainda mais ágeis, diretas e livres. Através dele, o compartilhamento de dados e a desburocratização de serviços faz o mercado financeiro desenvolver novas dinâmicas e também transforma a própria cultura financeira dos brasileiros.

            Porém, nenhuma cultura muda de um dia para o outro, que dirá sistemas que por anos foram engessados por modelos tradicionais de gestão. O processo de implementação do Open Banking é um processo que exige reorganizar serviços com estruturas funcionais e seguras no meio online. O desenvolvimento de interfaces envolve testes de usabilidade, segurança e compartilhamento de dados entre instituições. Além disso, as instituições devem estar dentro das regras delimitadas pelo Banco Central para que tenham sua aprovação, o que também leva certo tempo. Esses são alguns dos motivos pelos quais o Open Banking acontece em etapas. 

Quais as etapas do Open Banking?

            Para seguir uma sequência viável de implementações, o Banco Central decidiu dividi-las em determinadas fases. As já divulgadas são as seguintes:

  • Fase 1: já concluída

            Iniciada em fevereiro e já concluída, essa fase foi um momento de compartilhamento de dados entre as próprias instituições financeiras, para viabilizar a padronização de canais de atendimento, produtos e serviços. 

  • Fase 2 – Iniciou em 13 de agosto de 2021

            A partir desta fase, são os clientes que podem compartilhar dados de serviços bancários, como contas, cartões de crédito, empréstimos e financiamentos, entre instituições financeiras. Isso torna a concorrência mais acirrada, pois assim o cliente pode centralizar seus dados e utilizá-los para aderir a qualquer serviço que ache mais interessante. 

            A liberação desses dados está acontecendo em momentos distintos, a cada duas semanas. Serão quatro:

  • 1º Momento: de 13/08 a 12/09

Aqui, passou a ser possível compartilhar entre instituições apenas os dados cadastrais. Porém, já foi permitida a autorização de outras informações, as quais estão sendo liberadas nos novos ciclos. 

  • 2º Momento: de 13/09 a 26/09

            Neste período, passou a ser permitido o compartilhamento de dados de contas.

  • 3º Momento: de 27/09 a 10/10

            Iniciou, então, o compartilhamento dos dados de cartão e contratos de crédito.

  • 4º Momento: de 11/10 a 24/1

            Finalmente, todos os dados cadastrais e transacionais poderão ser compartilhados. Dessa forma, os clientes poderão ver todas as suas informações em um único lugar, como um aplicativo de celular. 

            A fase 2 está sendo lançada dessa forma para que o sistema financeiro aberto se mantenha estável durante as novas transformações. Por isso também, as funcionalidades estão sendo liberadas aos poucos para os usuários, o que significa que nem todo usuário conseguirá compartilhar seus dados logo no início dos ciclos.

  • Fase 3 – Iníciou em 29 de outubro de 2021

            No final de outubro, teve início a integração de serviços com os chamados iniciadores de pagamentos, começando através do PIX e se estendendo a outros formatos. Clientes poderão realizar pagamentos através do Open Finance (evolução do Open Banking) comprando online e tendo o débito automático na sua conta corrente, por exemplo. Também, terão a opção de pedir ofertas de crédito, comparando taxas e condições entre diferentes instituições.

            O cronograma para a liberação dessas formas de pagamentos é o seguinte:

  • 29/10/2021 – Pagamentos através de PIX
  • 15/02/2022 – Pagamentos por TED e transferências entre contas de uma mesma instituição
  • 30/06/2022 – Pagamentos por boleto
  • 30/09/2022 – Pagamentos por débito em conta

Para solicitar a proposta de operação de crédito, a data prevista é 30 de março de 2022.

Da mesma forma que na fase 2, as operações serão liberadas aos poucos, visando a estabilidade das transações no sistema.

  • Fase 4 – Início previsto para 15 de dezembro de 2021

            A última fase agendada para consolidar o Open Finance permitirá que dados de outros tipos de serviços financeiros sejam compartilhados, entre eles, serviços de credenciamento, serviços de câmbio, seguros, previdência e até mesmo conta salário. Essa fase também terá um cronograma de implementações:

  • 15/12/21 – Poderão ser compartilhados os dados públicos dos produtos e serviços;
  • 15/02/22 – Poderá ser compartilhado o serviço de transferências entre contas do mesmo banco e TED;
  • 30/03/22 – Poderá ser compartilhado o envio de propostas de operações de crédito a todos os clientes que aderirem ao Open Finance;
  • 31/05/22 – Passará a ser permitido o compartilhamento de dados dos outros tipos de transações feitas pelos clientes, como investimentos, seguros, câmbio e previdência.
  • 30/06/22 – Poderão ser compartilhados serviços de pagamento por boleto.

Garanta a estrutura para ter sua empresa preparada

            Se você já trabalha no mercado financeiro, ou pretende implantar serviços financeiros no seu negócio através das possibilidades que o Open Banking oferece, não perca tempo! Você precisa de uma plataforma online para viabilizar tudo isso. A boa notícia é que você não precisa criar uma própria. Que tal contar com a CashWay para dar início a esses processos?

Banking White-Label para sua empresa: como funciona e quais as vantagens

A diversificação da tecnologia e a desburocratização do mercado são realidades crescentes no Brasil, através de movimentos como o Open Finance. Com isso, surgem mais possibilidades para que empresas de todos os setores possam oferecer uma maior variedade de serviços, entre eles, financeiros. Entenda o papel do Banking White Label nisso

            Você já parou para pensar em quais serviços financeiros você utiliza? Talvez alguns façam parte da sua rotina sem mesmo você perceber. Hoje, os serviços financeiros vão muito além daqueles oferecidos por bancos. Eles estão presentes nos pagamentos feitos diretamente em aplicativos, nas contas digitais atreladas a negócios e até mesmo na possibilidade de pedir empréstimos a empresas que não necessariamente são do setor financeiro. Afinal, é cada vez mais comum que empresas ofereçam esses serviços. Já falamos aqui no blog sobre o chamado “Banking as a service”. 

            O que possibilita que uma empresa do setor da alimentação, do transporte, da moda, ou qual for, ofereça serviços financeiros? É necessário estrutura para isso, claro. Contar com as ferramentas necessárias, com o aval da legislação e com profissionais dedicados a isso. Mas, não pense que todos os esforços e sistemas necessários devam ser elaborados pela própria empresa. É graças à terceirização e à democratização da tecnologia, aliás, que isso se torna viável. São plataformas como a Banking White Label que permitem que negócios de todos os tipos possam implantar esses serviços.

            O que é Banking White Label?

            Banking White Label é o nome dado àquelas plataformas desenvolvidas especialmente para serviços financeiros. O termo é a junção de “white label”, que são softwares criados por empresas especializadas e então comercializados para outras empresas, junto com o “banking”, que é a oferta de soluções financeiras. Ou seja, parte da terceirização de uma aplicação. Essa, pode ser customizada pela empresa, para que assim ofereça em uma só plataforma seus produtos e serviços financeiros.

            Ao comprar o software, a empresa pode aplicar sua identidade visual e organizar sua interface da forma mais adequada ao que propõe. A partir de uma Banking White Label, os mais variados negócios podem disponibilizar serviços personalizados e direcionados ao seu público-alvo, como contas digitais, cartões de débito ou crédito, transferências e muito mais. Tudo isso com as condições que a própria empresa decidir — e de acordo com a legislação brasileira.

Então, hoje é possível que empresas de diferentes segmentos e perfis possam ter uma espécie de banco digital desenvolvido para atender às necessidades dos seus clientes e claro, para conquistar novos consumidores. Oferecendo serviços com taxas atrativas e vantagens únicas,  a empresa encontra no Banking as a service uma nova fonte de renda e uma maneira de fidelizar clientes. Isso, sem precisar ter os serviços financeiros como foco do negócio.

Como funciona a implementação de uma plataforma Banking White Label?

            Implementar uma plataforma Banking White Label e oferecer serviços financeiros não é um bicho de sete cabeças. Pelo contrário, é um caminho muito mais prático do que desenvolver uma API própria. Basta escolher uma empresa terceira responsável pela criação da aplicação e partir do produto, que já foi testado. Além disso, é a empresa terceirizada que adequa a plataforma às regras do Banco Central, para que seja feita a regulamentação dos serviços financeiros  

            Ao contratar uma API terceirizada, você pode escolher determinados módulos oferecidos pela empresa e, claro, personalizar a aplicação de acordo com a identidade (visuais e linguagem) e os produtos do seu negócio. Isso encurta significativamente o processo necessário para disponibilizar os serviços financeiros aos seus clientes, sendo essa apenas uma de várias vantagens do modelo.

Vantagens do Banking White Label

            Optar pelo por uma plataforma de Banking White Label é algo vantajoso em relação à opção de criar uma do zero por diversos motivos, especialmente se seu negócio não é do ramo e se você quer contar com o auxílio de uma empresa especializada no mercado financeiro. 

  • Mais rapidez para disponibilizar serviços

            Antes de disponibilizar qualquer tipo de software, existe um longo processo de criação e testes relacionados à sua usabilidade. Imagine serviços financeiros digitais, que demandam protocolos de segurança e uma interface impecável? Aderindo a uma Banking White Label, sua empresa pula diversas etapas de produção e certificação, pois contará rapidamente com uma plataforma testada e pronta para uso. 

  • Mais praticidade para gerenciar os serviços

Partir de uma base customizável diminui o trabalho necessário para começar a oferecer os serviços. Visto que você estará contratando uma empresa terceirizada, é ela que irá customizar o aplicativo de acordo com o perfil da sua empresa. Assim, não é necessário contar com um time interno, o que torna tudo muito mais prático. A própria licença de uso das autoridades financeiras já está garantida pelo fornecedor, o que diminui, e muito, a burocracia.

  • Mais garantia e segurança

            A regulamentação da plataforma, os testes já realizados e o suporte oferecido pela empresa terceirizada são pilares que fazem do Banking White Label um modelo ideal para negócios de qualquer segmento. Afinal, para que um serviço financeiro vingue, ele deve se mostrar funcional e seguro para o cliente. O sistema de segurança desenvolvido por uma empresa especializada faz a diferença para a sua empresa e para os usuários. Além disso, é muito mais improvável que erros de usabilidade aconteçam.

  • Menos custos para a empresa

            Todos esses fatores são vantagens que, na conta final, fazem a opção do Banking White Label sair mais barato para a empresa. Sem montar um time interno para criar a plataforma, o qual seria responsável também por sua gestão e suporte, a implantação de serviços financeiros fica muito mais econômica. O retorno, por sua vez, não será afetado.

Por que disponibilizar serviços financeiros?

            Se você chegou até aqui, provavelmente já pensa em explorar esse mercado de alguma forma. Mas, sempre é bom relembrar porque o Banking as a service é uma tendência a ser aderida. Oferecer serviços financeiros é:

  • Vantajoso para a empresa e para os clientes

            Assim, a empresa se digitaliza também financeiramente e se aproxima dos clientes, propondo soluções ideais para seus perfis de compra, como cartões, descontos, promoções e taxas atraentes. Tudo isso, com menos burocracia e mais fidelização.

  • Alcançar novos consumidores

            A satisfação dos clientes é a melhor divulgação que sua empresa pode ter. Assim, ela se diferencia das outras organicamente. Bons serviços financeiros se destacam no mercado e tomam o espaço daqueles que trazem insatisfação.

  • Mais renda e valor para a empresa

            É claro, com as taxas e movimentações geradas pelos serviços, mais dinheiro entra para o seu negócio. Mas, mais do que isso, um novo tipo de valor é agregado à sua marca: o valor de que ela contribui para a vida financeira das pessoas.

            Você já conhece a nossa plataforma? Fale conosco!

            Quer pesquisar mais sobre o assunto e em opções para a sua empresa? Não perca tempo, pois estamos aqui para lhe ajudar. A CashWay é uma provedora de Soluções Integradas e Customizadas que conta com profissionais qualificados e dispostos a tirar todas as suas dúvidas. Que tal conhecer nossos serviços? É só entrar em contato!

blog_openfinance

Open Banking e Open Finance: qual a diferença?

Talvez você tenha percebido que bancos e outras instituições financeiras já não estão mais falando de ‘Open Banking’, mas sim, de ‘Open Finance’. Você deve se perguntar: o que mudou? A resposta é que, mesmo que um traga mais novidades, ambos os movimentos fazem parte da iniciativa do Banco Central de transformar o mercado financeiro. Entenda 

            É tempo de mudança no sistema financeiro brasileiro. Inovações como o PIX já fazem parte do nosso dia a dia, facilitando nossa gestão do dinheiro e, principalmente, desengessando a relação que antes tínhamos com bancos. Enquanto isso, serviços digitais ganham força e oferecem um leque cada vez maior de possibilidades aos clientes. Essas novidades não são medidas individuais. Elas fazem parte do movimento de transformação do mercado financeiro promovido pelo Banco Central — e aderido pelas mais diversas instituições financeiras.

            Se você é cliente de bancos tradicionais ou fintechs, sem dúvidas já deve estar fazendo uso de algumas dessas transformações através de aplicativos, por exemplo. O PIX está aí para dizer. Mas, os pagamentos instantâneos são “apenas” uma parte prática de muitos benefícios que ainda virão. Afinal, o Banco Central está fazendo movimentações para diminuir a burocracia que antes fazia parte do sistema financeiro. Mais do que isso, está facilitando a gestão de dados bancários individuais, tornando-os sua propriedade. É aí que entra um termo do qual certamente você já ouviu falar: o Open Banking.

            Hoje, porém, ao falar sobre o Open Banking é preciso mencionar um novo termo que 

tem sido utilizado pelas instituições. O Open Finance é o assunto da vez. Então você se pergunta: qual a diferença entre esses dois nomes tão parecidos? Para você entender, vamos explicar cada um deles separadamente.

            O que é Open Banking?

            Não tem muito mistério. O Open Banking, ou sistema financeiro aberto, permite a liberação do que antes era guardado por uma única instituição financeira: nossos dados bancários. Agora, nós como clientes somos donos das nossas próprias informações. Escolhemos o que queremos fazer com elas e podemos permitir, por exemplo, sua transferência entre bancos distintos. Esses, devem ser autorizados pelo Banco Central.

            Isso, na prática, permite que clientes contratem serviços financeiros de instituições diferentes, sem que haja a necessidade de abrir uma nova conta. Por exemplo: enquanto tem sua conta corrente em determinado banco, o cliente pode atrelar ela a um cartão de débito de outra instituição. Entre essa e outras possibilidades, o Open Banking tem seus objetivos: diminuir a burocracia dos bancos, incentivar a digitalização dos serviços e do dinheiro e tornar mais democrático o sistema financeiro.

            O que é Open Finance?

            O Open Finance, por sua vez, é simplesmente uma extensão do Open Banking. Também criado pelo Banco Central, ele amplia a possibilidade de compartilhamento de dados financeiros a outros tipos de instituições, como corretoras, fundos de previdência e companhias de câmbio. Agora, além dos bancos tradicionais, das fintechs e das cooperativas, o cliente também poderá autorizar essas outras organizações a terem acesso às suas informações financeiras. Ao acessar os dados centralizados pelo cliente, as instituições podem traçar com mais precisão seu perfil financeiro, oferecendo melhores e mais adequados serviços.

Então, qual a diferença entre Open Banking e Open Finance?

            Ambos os sistemas partem da iniciativa do Banco Central de garantir que as organizações participantes possam compartilhar dados bancários de maneira segura, facilitando e ampliando a oferta de serviços e diversificando o mercado financeiro. O que muda é que, se antes apenas instituições financeiras e de pagamento poderiam fazer parte do movimento, agora empresas de outros setores do mercado também podem aderir a ele

            Por exemplo, com o Open Banking, participavam bancos tradicionais, fintechs e cooperativas. Agora, com o Open Finance, podem participar plataformas de investimento, corretoras de seguros, fundos de previdência, fundos de pensão, companhias de câmbio, etc..

            O que acontece com essa ampliação, é que agora o mercado financeiro estará ainda mais competitivo, pois a oferta de serviços financeiros se tornará mais específica. O consumidor poderá escolher dentre uma maior concorrência, optando por aqueles serviços que oferecem condições mais vantajosas às suas necessidades. Ou seja: a maior diferença que surge com o Open Finance é que a evolução e modernização das instituições financeiras se torna algo indispensável para aquelas que querem manter seu espaço.

Quem pode aderir ao Open Banking e Open Finance?

            Podem participar do Open Banking e Open Finance as instituições reguladas e então autorizadas pelo Banco Central. A adesão é obrigatória para os bancos tradicionais, mas não para todas as todas as organizações que se enquadram nos requisitos. Entretanto, é importante acompanhar o calendário de implementação dessas transformações, pois o Banco Central está delimitando novas mudanças aos poucos, tendo o Open Finance como destino final.

O que o Open Banking e Open Finance trazem para você

            Se como consumidor você passa a ter domínio dos próprios dados e uma cartela muito mais ampla de serviços dos mais variados players do mercado, como player, você também se beneficia. Não é à toa que práticas como o Banking as a service são cada vez mais comuns. Graças às inovações do sistema financeiro, sua empresa pode oferecer serviços financeiros realmente atraentes para seus clientes.

Você já considerou isso? Vale a pena pensar, pois pode ser um caminho muito rentável. Se precisar de ajuda, estamos à sua disposição para conversar sobre o que é preciso para que seu negócio entre no mercado financeiro com o pé direito. É só entrar em contato com a gente!

Baas banking as a service

Banking as a Service: o que é e quais as vantagens para o seu negócio?

Com a digitalização dos serviços financeiros, as possibilidades se ampliaram: tanto para consumidores, quanto para empresas. Essas, ao aderirem ao Banking as a Service, não apenas oferecem benefícios aos clientes, como também se beneficiam. Entenda o porquê e saiba mais sobre a prática, que pode fazer parte do seu negócio.

Foi-se o tempo quando serviços financeiros eram diretamente associados à palavra: “burocracia”. As fintechs são um grande exemplo de que não existe mais a necessidade de depender de bancos tradicionais para guardar dinheiro, realizar pagamentos, transações e até mesmo pedir empréstimos. O leque aumentou para nós como clientes: escolhemos os serviços que mais se adequam às nossas necessidades.

Mas, não é só a pessoa física que se beneficia com isso. As próprias instituições que oferecem serviços financeiros encontram nesse setor um lugar promissor para fazer negócios e prosperar. A questão é que agora, toda empresa pode implantar esses serviços, através de uma prática chamada “Banking as a Service”, que faz os dois lados saírem ganhando. 

O que é o Banking as a Service?

Não tem muito mistério, pois o nome “Banking as a Service” já traz uma ideia do que a prática significa. Banking, afinal, é um termo que se refere a serviços financeiros de forma ampla. Eles agora podem fazer parte do catálogo de serviços de qualquer empresa, mesmo aquelas que não fazem parte deste mercado. Ao optar pelo Banking as a Service, a marca se posiciona também como uma instituição financeira, oferecendo serviços que um banco digital teria, por exemplo. 

Através de uma API – uma interface de programação de um aplicativo – a empresa pode propor serviços financeiros personalizados, pensados especialmente para o perfil dos seus clientes. Entre os recursos mais clássicos, podemos citar a criação de contas digitais, a oferta de cartões de crédito e de débito e a realização de pagamentos e transferências. Tudo isso sem a necessidade dos processos burocráticos de regulamentação que tanto as empresas, quanto os clientes normalmente passariam com instituições financeiras tradicionais.

Como o Banking as a Service funciona?

São as APIs a principal ferramenta que possibilita a prática do Banking as a Service em qualquer empresa que esteja interessada em integrar esses serviços. Isso porque são elas que fazem a comunicação entre o desenvolvedor responsável pelos serviços financeiros em si e a empresa que os oferecerá aos seus clientes.

Ou seja: o seu negócio pode fazer Banking as a Service tendo uma fintech, por exemplo, como responsável pela parte financeira dos serviços. Mas é a API o canal que irá integrar as duas partes e possibilitar o uso das funcionalidades da ferramenta pelos clientes. Dessa forma, sua empresa confia esses serviços a parceiros especializados na área, sem precisar desenvolver essa expertise e dispensando uma licença bancária própria.

Quais vantagens o Banking as a Service pode trazer para sua empresa?

Além de integrar serviços que não seriam oferecidos sem a ajuda da tecnologia, ampliando possibilidades aos clientes e facilitando a relação financeira entre as partes, o Banking as a Service é uma caminho de aproximação, fidelização e compreensão do perfil dos consumidores. Isso pode trazer insights inestimáveis para a empresa, os quais poderão fazer toda a diferença no seu planejamento estratégico e posicionamento de mercado. 

Algumas das vantagens que levam a isso, são:

Oferecer serviços personalizados

Você percebe que seria interessante oferecer um cartão de crédito com vantagens para seus clientes? Ou, acha que uma conta digital com bons recursos para fazer transações iriam incentivar a compra? Independentemente da sua intenção, o Banking as a Service permite oferecer os serviços que potencialmente combinam com o perfil dos seus consumidores. Propor isso é gerar interesse.

Atrair clientes e mantê-los por perto

Disponibilizar serviços financeiros exclusivos e personalizados é uma isca a ser fisgada. Quando isso acontece, a relação entre a empresa e o cliente vai para outro nível de prioridade e confiança. Com boas condições e, principalmente, com um bom relacionamento, os clientes continuarão optando pelos seus serviços e nutrindo uma proximidade benéfica para ambos os lados.

Melhorar a experiência financeira dos clientes

Assim, mais do que propor vantagens de empresa para cliente, o Banking as a Service também facilita, como um todo, a vida financeira do consumidor. Seu negócio pode fazer parte dessa transformação positiva, facilitando a realização de transferências, a gestão do dinheiro e muito mais. Essa é uma forma de agregar valor para a sua marca.

Diminuir custos e ter uma nova fonte de receita

E claro, aderir a essa prática também significa reduzir custos: tanto para a empresa, que não precisará montar um time próprio para isso, quanto para o cliente, que desfrutará de serviços financeiros mais baratos do que os tradicionais. Graças às APIs, investimento com desenvolvimento, infraestrutura e funcionários não são necessários, o que possibilita custos mais baixos para os correntistas.

Por consequência, o Banking as a Service também se mostra como uma boa fonte de receita, pois ajuda a aumentar o seu faturamento: seja pelo uso propriamente dito dos serviços, quanto pelo potencial aumento em vendas, graças às novas facilidades oferecidas.

Tenho interesse em aderir ao Banking as a Service. O que faço?

A CashWay oferece uma solução completa e inovadora Banking as a Service. Permite a abertura de contas, emissão de boletos, integração nativa com o PIX e todo o compliance necessário, estando em conformidade com as normas do Banco Central. Além de estar totalmente adequada às novas regras do Open Banking. Solicite já uma demonstração da nossa plataforma – feita sob medida para a sua corporação.

USER EXPERIENCE FINTECH

Experiência do usuário (UX) como ponto de partida para o sucesso da sua fintech

Se por um lado os serviços digitais oferecem praticidade e encurtam o caminho entre marcas e clientes, por outro ainda podem causar uma sensação de desconfiança e distância entre os mais receosos. Uma fintech de sucesso é aquela que transmite confiança, sendo ela fruto de uma experiência do usuário acolhedora, intuitiva e eficiente.

Read more hidden text
Read more

É um caminho sem volta. A digitalização de serviços financeiros se tornou um destino inevitável. Nos últimos anos, o meio digital se consolidou como o lugar mais prático e desburocratizado para fazer negócios, oferecer produtos e estreitar relações. As fintechs, afinal, representam exatamente isso. Através da tecnologia, descomplicam a gestão financeira dos seus clientes e demandam menos custos. Diferentemente de bancos tradicionais, têm a plataforma online como centro: do produto financeiro, à comunicação, tudo se faz por esse único canal.

Pensando nisso, é fácil perceber o quão importante a plataforma é para uma fintech. A maneira como se dá o contato por ela é um fator determinante para a retenção de clientes. É através da plataforma que se transmite a confiança necessária para convencer até mesmo aquelas pessoas mais resistentes à digitalização, que tem certo pé atrás para experimentar serviços digitais, mas que acabam cedendo às facilidades que apenas a tecnologia pode proporcionar. 

Então você se pergunta: como fazer uma pessoa confiar na minha marca pura e simplesmente através de um aplicativo? É aí que entra um conceito fundamental que dá a prioridade necessária para isso acontecer: a experiência do usuário (UX, do inglês “user experience”). Ela é uma preocupação central para que sua fintech seja mais do que um serviço eficiente, mas também, uma empresa que desenvolve e fortalece o relacionamento com seus clientes. 

Como a experiência do usuário faz a diferença

Como uma fintech, é preciso compreender que a experiência do usuário é algo que se dá do início ao fim do seu serviço. Uma plataforma visualmente agradável e fácil de usar é a base, mas há muito mais do que isso para desenvolver. É preciso compreender a mentalidade dos clientes. Quais são suas necessidades? Os serviços que mais utilizam? Quais praticidades podemos oferecer que fariam a diferença na usabilidade da aplicação?

Uma interface adequada aos desejos e necessidades dos clientes é o que determina tanto a decisão por utilizar esse serviço, quanto a vontade de continuar usando ele. Por isso, pense na experiência do usuário como algo que fará a diferença nestas duas etapas:

  • A primeira impressão é o que faz decidir

Não esqueça: consumidores julgam o livro pela capa. Quando se trata de um aplicativo, a estética conta. Ela, aliás, está diretamente associada à organização dos elementos da plataforma, algo primordial para deixá-la intuitiva. Tratar o design como um dos principais pontos para a operação da sua fintech é reconhecer ele como uma forte ferramenta. É como se o design fizesse os usuários se sentirem bem atendidos em um primeiro contato com o serviço.

A opinião de especialistas, como Karen Sumie, design manager da FutureBrand, é clara: o design não deve ser tratado como uma preocupação exclusiva dos profissionais da área. Se você é gestor, procure se envolver no processo. Afinal de contas, você conhece seu negócio como ninguém. Você pode fazer a diferença no desenvolvimento da sua plataforma.

  • O relacionamento é o que faz manter por perto

Por falar em atendimento, quando pensamos nele no contexto de fintechs, temos o desafio: que mecanismos utilizamos para estreitar a relação com clientes através dos canais online? Dos textos utilizados na interface, aos canais de suporte, é importante transmitir acolhimento. Passar a sensação de que sua marca entende seus clientes. Transmitir seus princípios, suas preocupações. É assim que se estabelece uma relação de confiança entre o usuário final e o produto. 

O cliente sempre teve o desejo de se sentir acolhido pela marca que escolheu, como ressalta a Forbes. Isso não muda. Mesmo com a digitalização, a experiência do cliente ainda move a competitividade de 89% das empresas, como mostra um estudo apresentado na revista. Isso quer dizer que, enquanto a tecnologia continua evoluindo, cabe a você compreender como manter o sentimento de proximidade que seus clientes terão com o seu serviço digital. Por isso a importância de optar por uma plataforma que transmita confiança.

“Tanto no mundo real quanto no digital, o cliente decide com base em sua primeira impressão e normalmente conta com a confiança e a integridade percebida no relacionamento. Projetar UX para FinTech trata dessas interações e relacionamentos, construídos em confiança entre o usuário final e o produto.” (CORDEIRO; WEEVERS apud CHISHTI; BARBERIS, 2016, pg.34)  

Uma boa experiência para o usuário é prioridade para nós 

Em 2020, a CashWay intensificou o investimento na área de produto com o objetivo de melhorar a confiança em nossos produtos e, consequentemente, a satisfação durante o seu uso. Desde lá, passamos a ter mais contato com as pessoas que utilizam nossos serviços: tanto usuários finais, quanto nossas empresas clientes, a fim de compreender os problemas que precisariam ser resolvidos. Buscamos entender para quem o problema deveria ser resolvido e como faríamos isso.  

  • O primeiro produto que passou por reformulação foi o Mobile Banking (aplicativo). Foram feitas pesquisas com usuários e clientes para compreender onde estavam os erros do app e as maiores dificuldades de uso. Com isso, foram reunidas sugestões de melhorias, correções de erros e inclusão de novos recursos.  
  • Atualmente, estamos no processo de implementação do novo Internet Banking. Assim como o Mobile Banking, ele também passou por uma série de estudos e pesquisas para que pudéssemos entregar uma boa experiência e maior confiabilidade no uso da plataforma da sua fintech.

Coloque seus clientes no centro com a CashWay

Com a digitalização dos serviços financeiros e o sucesso cada vez maior das fintechs entre os consumidores, é preciso ter consciência: esse é um público bastante antenado às tecnologias e apegado às suas necessidades. Ganham as empresas que conseguem acompanhar as mudanças e atender os desejos dos usuários com rapidez e soluções de qualidade.

A CashWay está sempre atenta ao que os players do mercado vêm entregando. Dessa forma, podemos fornecer um produto compatível às expectativas dos consumidores. Nosso trabalho não para: estamos continuamente testando novas ferramentas, desenvolvendo melhorias e gerando valor com foco em nossos clientes e usuários. 

Open Banking: 5 motivos para aproveitar esta oportunidade

open banking
iphone

Seguindo o nosso compromisso de descomplicar os temas, aproveitamos para organizar alguns motivos para participar do Open Banking neste momento, boa leitura.

Organizamos esse “top” 5 motivos para entrar no Open Banking:

  1. Participar do ecossistema Open Banking de inovação, sem o compromisso de grandes desembolsos financeiros, ou seja, garantir um modo mais eficiente de entregar produtos e serviços financeiros.
  • Conceder ao seu cliente uma experiência mais agradável com base no perfil de cada um deles no mercado financeiro.
  • Outros mercados estão com iniciativas semelhantes como o Open Insurance, que deve fomentar uma maior eficiência no mercado de seguros, logo a convergência do Open Banking, PIX e Open Insurance trazem uma grande quantidade de oportunidade de negócios.
  • Participar desta camada de forma nativa preserva a eficiência do processo sem custos exorbitantes de atravessadores.
  • Reciprocidade! Os participantes que de alguma forma consultam dados de clientes são obrigados a também compartilhar os dados de seus clientes, esse fato deixa o mercado mais competitivo, ao mesmo tempo que permite uma certa igualdade entre os participantes.

A CashWay possui uma solução nativa para o Open Banking, 100% integrada com todas as nossas demais soluções, sem a necessidade de contratações adicionais ou grandes investimentos além de estar completamente adequada as normas da LGPD.

Fale com nosso time agora mesmo.

Introdução ao Open Banking

open banking
Imagem: https://openbankingbrasil.org.br/

A partir de hoje vamos lançar uma série de artigos sobre o tema Open Banking, abordando temas diversos como tecnologia, usabilidade, impacto social etc.

O tema Open Banking vem sendo amplamente discutido em diversos fóruns da comunidade de tecnologia aberta, dentro e fora do país.

Diversos países iniciaram a implantação do modelo de Open Banking e o Brasil não ficou de fora deste movimento, criando grupos técnicos de trabalho para estudar e implementar o modelo.

Mas o objetivo deste movimento é fomentar o desenvolvimento de novas oportunidades no mercado através de uma maior transparência de dados e facilidade de acesso aos mesmos.

O que se busca é uma sinergia ente um meio de pagamentos mais dinâmico (PIX), uma proteção regulatória mais técnica (LGPD) e uma camada de APIs padronizada que facilite o desenvolvimento de novas soluções.

A implantação do modelo Open Banking já começou, as fases foram divulgadas pelo Banco Central do Brasil assim como a lista de participantes.

O calendário do Open Banking respeita as seguintes datas:

#Data de inícioAtividades Relacionadas
101/02/2021O Open Banking começa com as instituições participantes disponibilizando ao público informações padronizadas sobre os seus canais de atendimento e as características de produtos e serviços bancários tradicionais que oferecem. Nessa fase, não será compartilhado nenhum dado de cliente.   Com isso, podem surgir soluções que comparam diferentes ofertas de produtos e serviços financeiros, auxiliando as pessoas a escolherem a opção mais adequada ao seu perfil e necessidades. Entre as possíveis soluções que podem surgir estão os comparadores de tarifas bancárias, de tipos de contas e de cartões de crédito.
213/08/2021A partir dessa fase, os clientes, se quiserem, poderão solicitar o compartilhamento entre instituições participantes de seus dados cadastrais, de informações sobre transações em suas contas, cartão de crédito e produtos de crédito contratados. É preciso reforçar que o compartilhamento ocorre apenas se a pessoa autorizar, sempre para finalidades determinadas e por um prazo específico. E será possível para o cliente cancelar essa autorização a qualquer momento em qualquer das instituições envolvidas no compartilhamento.   Como principal benefício, será possível aos clientes receber ofertas de produtos e serviços mais adequados ao seu perfil, a custos mais acessíveis e de forma mais ágil e segura. Também poderão surgir soluções mais personalizadas de gestão e de aconselhamento sobre finanças pessoais, por exemplo. O ecossistema financeiro como um todo também ganha com mais inovação, maior competitividade e com a racionalização de processos.
330/08/2021Nessa fase, surge a possibilidade de compartilhamento dos serviços de iniciação de transações de pagamento e de encaminhamento de proposta de operação de crédito.   Isso abre caminho para o surgimento de novas soluções e ambientes para a realização de pagamentos e para a recepção de propostas de operações de crédito, possibilitando o acesso a serviços financeiros de forma mais fácil, célere e por meio de canais mais convenientes para o cliente, preservando a segurança do processo. Vale lembrar que também nesses casos o compartilhamento só acontece com a autorização prévia e específica do cliente.
415/12/2021Dados sobre outros serviços financeiros passam a fazer parte do escopo do Open Banking. Os clientes – sempre que quiserem e autorizarem – poderão compartilhar suas informações de operações de câmbio, investimentos, seguros, previdência complementar aberta e contas-salário, bem como acessar informações sobre as características dos produtos e serviços com essa natureza disponíveis para contratação no mercado.   Assim, amplia-se ainda mais a possibilidade de surgimento de novas soluções para a oferta e a contração de produtos e serviços financeiros, mais integrados, personalizados e acessíveis, sempre com o consumidor no centro das decisões.

A CashWay desenvolveu uma camada de APIs certificada para operação no Open Banking com integração nativa para o legado da instituição financeira, isso significa que você não terá nenhuma integração adicional para participar dessa novidade.

Para obter mais informações, entre em contato com nosso time.

Coopcred – Inovação digital para as cooperativas.

coopcred

O objetivo deste artigo de longe é exaurir o tema inovação digital no coopcred para as cooperativas, todavia buscamos sustentar o debate técnico aumentando a sinergia entre as cooperativas de crédito do brasil e as demandas de inovação de seus associados através da plataforma CashWay coopcred.

Toda esta mudança “repentina”, – inovação digital no coopcred – na verdade é o resultado de uma série de ações estratégicas, posso destacar aqui a Lei 12.865 que institui dentre de seu escopo uma entidade muito importante, a Instituição de Pagamento.

As IPs (Instituições de Pagamento) assumiram papel relativamente importante na inovação, focando em produtos e serviços que antes estavam concentrados em algumas instituições, o objetivo das IPs foi trazer esse portfolio a toda a população e com isso também facilitou a abertura desses produtos e serviços para as instituições de menor porte, a ex. das cooperativas de crédito.

Com a inovação digital no coopcred para as cooperativas , conseguimos juntar IPs, SCDs e Cooperativas em um único software, respeitando suas particularidades mas agregando o compartilhamento de alguns serviços fundamentais.

Com as mudanças, novos participantes, maior facilidade de acesso a produtos e a pressão por um mercado mais inovador, fez com que o BACEN (Banco Central do Brasil) encontra-se uma oportunidade de assumir o protagonismo de um sistema de liquidação em tempo real ente pessoas, importante destacar que o STR (Sistema de Transferência de Reservas) operado pelo BACEN já é um sistema RTGS (Real Time Gross Settlement System), mas essas transações ocorrem em tempo real apenas entre as IFs participantes do STR, o cliente final ainda não tinha essa segurança de ter as informações em tempo real. Exposto as dores o BACEN assume o desenvolvimento de um ambiente em tempo real (RTGS) que atenda todas as pontas do meio de pagamento, desde a iniciação até o recebimento das transações, o produto chamado de PIX e operado dentro do SPI (Sistema de Pagamentos Instantâneos).

Em sequência inicia-se a implantação de uma camada de Open Banking, – imediatamente implantada no coopcred – também centralizada em um diretório único e padronizado. Esta padronização permite que empresas de tecnologia e sistemas de tecnologia possam desenvolver inúmeras soluções para o mercado financeiro, sem a dificuldade de obter documentação para ter acesso aos dados financeiros. Claro que tudo isso está diretamente relacionado a autorização do proprietário dos dados, ou seja, o cliente.

A união do Open Banking (ou Open Finance) com o PIX criam margem para inúmeras soluções que devem beneficiar a população, e neste contexto que inovação digital no coopcred deve estar adequado para utilizar estas tecnologias.

Cito alguns serviços que sofrerão grandes mudanças no coopcred:

Abertura de conta

Concessão de crédito

Captação de depósitos

Pagamentos

Na CashWay / coopcred estivemos a frente, participando dos GTs (Grupos Técnicos) desde as fases iniciais de todos os projetos, e implantando junto aos maios provedores do país as estruturas necessárias para prover essas soluções no momento em que estivessem disponíveis.

Hoje aquilo que para muitas cooperativas de crédito para tão distante, para o portfolio da CashWay já é realidade.

Trazer o seu cooperado uma realidade mais acolhedora e ao mesmo tempo convergente com tudo isso que vem acontecendo, tem total sinergia com a inclusão financeira das pessoas, o que do nosso ponto de vista é um dos nobres papéis do cooperativismo.

Conte conosco nessa jornada, para conversar com a CashWay e conhecer o coopcred basta clicar aqui.

Um abraço a todos.

Felipe Santiago

CEO & Co-Founder

O “misterioso” universo das contas digitais

conta digital

Posso começar esse texto falando do meu objetivo, esclarecer de uma forma muito simples como funciona uma conta digital, e em qual momento ela pode ser muito útil para o seu modelo negócio.

Primeiro vamos falar de conta digital, e neste aspecto eu gosto muito de substituir a palavra conta digital por “pagamento”, vocês irão entender no final deste texto. Lembra da conta que você tinha no mercadinho, aquele caderninho de anotações (em alguns lugares conhecido como fiado), pois então, aquilo nada mais é do que uma conta de pagamento pós-paga, de forma bruta a conta de pagamento pós-paga possui uma relação de confiança entre as partes, neste caso o mercadinho que confiou em você quando você adquiriu algum produto e irá pagar posteriormente.

Simples né? Se precisar de uma base legal, clique aqui.

Neste aspecto os ambientes evoluíram, e um outro meio de pagamento muito famoso que utiliza um método de conta pós-paga é o Cartão de Crédito, aonde o emissor do cartão confia a você um determinado limite de crédito, e assume o risco de honrar aquele pagamento aos estabelecimentos comerciais caso você não pague a fatura.

Agora que você já entendeu do que se trata uma conta de pagamento pós-paga ou conta digital, vamos falar sobre a conta de pagamento pré-paga, e para isso vamos voltar ao exemplo do mercadinho. Imagine que o mercadinho não tenha interesse em fazer uma “continha fiado” para você pagar depois. Neste momento você propões outro formato, então você diz a ele que prefere deixar então um crédito de R$ 300,00 no mercado para que você não precise ficar o tempo todo tendo de sacar dinheiro (obviamente hoje em dia com os avanços dos meios de pagamento isso nem faz muito sentido, mas existia), logo o mercadinho recebe seu dinheiro adiantado, e começar a anotar suas compras naquele mercado, nesse momento o mercadinho abriu para você uma conta de pagamento pré-paga!

A mesma coisa ocorre com a sua conta corrente no banco (ressalvado quando você utiliza limites de crédito concedidos pela IF), quando você está consumindo recursos de depósito a vista, a similaridade com a conta de pagamento pré-paga é muito grande. Não posso aqui afirmar que ambas são a mesma coisa pois existem regulações específicas para ambas as terminologias, mas essa não é nossa discussão, e fico confortável em falar em similaridade.

Agora qual a diferença entre contas de pagamento e conta digital, a resposta é nenhuma, ambas tratam do mesmo tema, as contas digitais são apenas uma variação do nome conta de pagamento para o mundo digital.

Acredito que através deste texto posso ter ajudado em esclarecer a diferença e aplicação de contas digitais em modelos de negócios variados e que algum deles possam ter “fit” com o seu.

Clique aqui para conhecer mais sobre os novos modelos de negócio como OpenBanking ou entre em contato para uma demonstração de nossos produtos.

Um grande abraço.